sexta-feira, fevereiro 15, 2013

QUANDO FALEI COM DEUS - Miguel Hermógenes

Berenice Bellato e o convidado Dr. Miguel Hermógenes 

Quando falei com Deus, nos faz ver que Ele muitas vezes pode estar diante de nós personificado em uma humilde pessoa cujas palavras vêm demonstrar sua riqueza interior, sua sabedoria, que ela quer dividir conosco, mas nós nos recusamos a aceitar. 



O personagem central da obra de Miguel Hermógenes encontrou-se com um catador de lixo, com uma menina abandonada e com uma senhora que se sentou ao seu lado em um banco de uma praça e pôs se a conversar com ele. 
E essas pessoas nada mais eram que a presença de Deus ante o nosso personagem. Conversando com elas, encontrou ele a oportunidade de ficar frente a frente com os seus erros, as suas fraquezas, com a verdade e, finalmente, com Deus. 
Quando falei com Deus, nos faz ver que Ele muitas vezes pode estar diante de nós personificado em uma humilde pessoa cujas palavras vêm demonstrar sua riqueza interior, sua sabedoria, que ela quer dividir conosco, mas nós nos recusamos a aceitar.


Prefácio:

“Ah! Se eu pudesse encontrar-me com Deus, como seria bom! Quantas perguntas eu lhe faria, e também reclamações…
Eu lhe abriria o meu coração, diria tudo o que sinto, eu lhe apresentaria todos os por quês que inundam a minha mente, falaria o quanto me sinto confuso, inconformado, injustiçado com a vida que tenho, perdido entre as dezenas de dúvidas que me cercam, sem o mínimo de esperança em seu esclarecimento.
Ah! Como seria bom!…”
Quantos de nós não fazemos parte desse inumerável conjunto de pessoas que assim ponderam?
Quantas vezes nos pomos a cismar no chamado mistério da vida perguntando-nos quem somos, de onde viemos, qual a nossa missão na Terra…
(“Ah! Se eu pudesse falar com Deus, ele ia ter que me escutar!”)
Esse desejo é tão marcante em muitos de nós que inúmeras vezes tem sido abordado na literatura, em tratados filosóficos e religiosos, na música e na poesia, como prova, por exemplo, um soneto de Florbela Espanca, sensível e infeliz poetiza portuguesa, em que ela confessa:
Queria tanto saber por que sou eu!
Quem me enjeitou neste caminho escuro? (…)
Quem me dirá se, lá no alto, o Céu
Também é para o mau, para o perjuro?
Para onde vai a alma que morreu?
Queria encontrar Deus! Tanto o procuro! (…)”
Por certo isso é o que se passa no imo da maioria das criaturas humanas, mas sabemos que também existem aquelas que são o nosso oposto e às quais denominamos felizardas porquanto, assim nos parece, pela sua maneira de pensar, não devem sofrer.
E assim pensando, nos encontramos com este trabalho de M. Hermógenes, Quando falei com Deus, que veio nos fazer constatar quantas vezes já não teremos encontrado com Deus sem que disso déssemos conta. Sim, isto mesmo! Aquele tão sonhado encontro com Deus!
Mas como?! Perguntará o leitor, como eu poderia ter me encontrado com Deus e não o perceber?!
É que Deus, como M. Hermógenes nos demonstra em seu Quando falei com Deus, pode vir ao nosso encontro de uma forma não esperada, tendo a nossa aparência, para que a sua magnífica presença não nos cause medo ou nos constranja e assim possamos “reclamar da vida que Ele nos deu”. Sua semelhança física conosco, uma prova de sua bondade, facilita-nos o diálogo.
O personagem central da obra de M. Hermógenes encontrou-se com um catador de lixo, com uma menina abandonada e com uma senhora que se sentou ao seu lado em um banco de uma praça e pôs se a conversar com ele. E essas pessoas nada mais eram que a presença de Deus ante o nosso personagem. Conversando com elas, encontrou ele a oportunidade de ficar frente a frente com os seus erros, as suas fraquezas, com a verdade e, finalmente, com Deus.
Quando falei com Deus, nos faz ver que Ele muitas vezes pode estar diante de nós personificado em uma humilde pessoa cujas palavras vêm demonstrar sua riqueza interior, sua sabedoria, que ela quer dividir conosco, mas nós nos recusamos a aceitar.
Amigo leitor, leia esta obra atentamente, saboreie cada passagem mansamente… delicadamente… absorvendo seus ensinamentos revestidos de simples conversa, como a que temos com o nosso amigo mais chegado, sem dúbias palavras, com o coração aberto.
Albertina Escudeiro Sêco1

1 Revisora, tradutora de diversas obras francesas entre elas O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, Editora Léon Denis.

http://www.mhermogenes.com.br/adquira-a-obra

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