domingo, março 08, 2009

MAHA CHOHAN


Maha Chohan é o representante do Espírito Santo. Aquele que ocupa esse cargo na hierarquia representa o Espírito Santo de Deus Pai-Mãe, de Alfa e Ômega, para as evoluções deste planeta e para o reino elemental. O retiro do Maha Chohan, o Templo do Consolo, está localizado no plano etérico com um foco no plano físico na ilha de Sri Lanka (antigamente conhecida como Ceilão), onde as chamas do Espírito Santo e do consolo estão ancoradas. Sua chama gêmea é Palas Athena, a Deusa da Verdade.
Maha Chohan significa “Grande Senhor”. O Maha Chohan é o Grande Senhor dos sete chohans, o diretor dos sete chohans dos raios. Entre as qualificações para ocupar esse cargo na Hierarquia está atingir o nível de adepto em cada um dos sete raios que, juntos, dão origem à pura luz branca do Espírito Santo. Com os sete chohans, o Maha Chohan inicia nossas almas como preparação para recebermos os nove dons do Espírito Santo, mencionados em 1 Coríntios 12:4-11.
O elemento que corresponde à chama do Espírito Santo é o oxigênio. Sem ele, nem o homem nem a vida elemental poderiam continuar prestando serviço. A consciência do Maha Chohan é, portanto, comparável ao Magneto do Grande Sol Central. Ele focaliza o magneto sobre o planeta e atrai para a Terra as emanações do sol necessárias para sustentar a vida.

Auxiliando-o em seu serviço, estão as legiões de anjos do fogo branco que servem à pura luz branca do Espírito Santo de Alfa e Ômega ancorada no magnífico altar do fogo sagrado, no seu retiro etérico sobre a ilha de Sri Lanka.

Aquele que atualmente ocupa o cargo de Maha Chohan esteve encarnado como o poeta cego Homero, cujos poemas épicos, a Ilíada e a Odisséia, incluem sua chama gêmea, Pallas Athena, como personagem central. A Ilíada relata a história do último ano da Guerra de Tróia, enquanto que a Odisséia focaliza o retorno de Ulisses para casa, um dos heróis da Guerra de Tróia.
Historicamente, sabe-se muito pouco sobre Homero, mas a maioria dos estudiosos acredita que ele compôs seus poemas no século VIII ou IX a. C. Já naquela época, sua consciência estava sintonizada com a chama do consolo e a radiação, que ele sustentava com o foco da chama do seu coração. Foi uma grande bênção para a vida elemental.
Em sua encarnação final como um pastor na Índia, a luz que atraía em silêncio mantinha a chama para milhões de correntes de vida. Ele atingiu essa mestria consagrando seus quatro corpos inferiores como um cálice para a chama do Espírito Santo e para a sua consciência, como um transformador para reduzir as emanações de Sanat Kumara, o Ancião de Dias.
O Maha Chohan auxilia a todas as pessoas da Terra quando entram neste mundo ou quando o deixam. No momento do nascimento, está presente para infundir o sopro da vida no corpo e para acender a chama trina que desce à manifestação na câmara secreta do coração.
O Maha Chohan também ajuda no momento da transição conhecida como morte, quando vem para retirar a chama da vida e o sopro sagrado. A chama, ou centelha divina, retorna para o Santo Cristo Pessoal, assim como a alma, encerrada no corpo etérico. Da mesma maneira, ele o assistirá em todas as encruzilhadas da vida, se você simplesmente fizer uma pausa, quando estiver tomando alguma decisão, para pensar no Espírito Santo e dizer o mantra: “Vinde Espírito Santo, ilumina-me”.
A radiação do Maha Chohan pode ser acessada na composição musical Homing, de Arthur Salmon.

Fonte : internet

PAULO VENEZIANO


Mestre Paulo, o Veneziano é o Maha Chohan da Grande Fraternidade Branca. Nessa função, canaliza a Luz do Coração do Universo para os Chohans ou diretores dos Raios. Representa a energia do Espírito Santo para a humanidade, que vivifica toda forma de vida nos reinos humano e elemental. É dele que recebemos o primeiro alento quando nascemos e, quando desencarnamos, é também ele que recebe o nosso último suspiro.

Como ser do Terceiro Raio, é especialmente dedicado aos atributos do amor divino, inteligência criativa, beleza, comunhão e compaixão. Em sua última passagem pela Terra, ele foi o pintor renascentista Paolo Veronese (1528 - 1568), um devoto da beleza, da religiosidade e da perfeição. Quem deseja desenvolver as faculdades da criatividade e da intuição recebe desse Mestre todo auxílio necessário.


O Maha Chohan é um amoroso consolador de todo ser humano, que se empenha em nos motivar a entrar no ritmo vibratório de Sua natureza até que incorporemos os Seus atributos. Seu templo etérico fica sobre a ilha de Sri Lanka, ao sul da India. A música-chave desse mestre é At Downing, de Cadman.


Diz Mestre Paulo Veneziano:

"Gostaria de ajudar-vos a conseguir o verdadeiro estado de paz, tornando-vos uma presença consoladora para os demais. Discípulos, quando conhecerdes a preciosa paz, vereis cada criatura retribuir-vos o consolo. Apelai à vossa própria Presença Divina e apelai a Mim pedindo esta graça; então, ireis desenvolver uma nova concepção de tudo que vos rodeia."

Apelo ao Mestre Paulo, o Veneziano

Bem-amado Mestre Ascensionado Paulo, o Veneziano, eu Vos amo e Vos abençôo. Agradeço por tudo que tendes feito por mim e por toda a humanidade. Ensinai-me a ser nobre e que eu tenha o privilégio de possuir as Vossas virtudes: tolerância, tato, diplomacia, paciência, gratidão e capacidade de conviver com meus semelhantes.

Decreto do amor incondicional

EU SOU o amor que preenche meu mundo material
EU SOU o amor que a tudo compreende
EU SOU o amor ilimitado que me une a toda criação divina
EU SOU a oportunidade amorosa de caminhar na luz
EU SOU reconhecendo o amor em todos os seres
EU SOU sustentando o amor e harmonia entre anjos, homens e elementais
EU SOU estabelecendo para a Terra o seu plano de amor
EU SOU, EU SOU, EU SOU

Fonte : Templo de Yris

MESTRE AFRA




O Mestre Afra, é o patrono da África e da raça negra. Afra foi o primeiro membro da raça negra a fazer a sua ascensão. Há muito tempo atrás ele sacrificou o seu nome e a sua fama para patrocinar um vasto continente e um povo poderoso. Quando Afra ascendeu, pediu para ser chamado simplesmente de "um irmão", ou frater, em Latim. Então, "um frater" tornou-se o nome de Afra.

A raça negra, originalmente, fazia parte do que era conhecida como a raça azul e a raça violeta. A sua pele, na realidade, tinha um tom azul ou violeta.

Essas almas viviam numa civilização espiritualmente avançada, que existiu no continente africano. Cada nação é chamada por Deus para manifestar uma virtude específica ou para cumprir um certo destino. Os membros do que chamamos a raça negra eram enviados à Terra para desenvolver a mestria sobre as qualidades do poder, vontade e fé divinas (no raio azul) e as qualidades da liberdade, justiça e misericórdia divinas (no raio violeta).

Afra viveu há 500.000 anos atrás, quando o povo dessa antiga civilização havia atingido uma encruzilhada. Seres extraterrestres e anjos caídos, que haviam invadido o planeta Terra, dividiam o povo. Isto pode parecer ficção científica.

Mas a verdade é, com freqüência, mais estranha que a ficção. Esses anjos do mal decidiram-se a destruir as raças azul e violeta. Distorceram os rituais outrora sagrados e as formas de arte deste povo. Isto abriu as portas para a feitiçaria, o vodu e a magia negra. Voltaram o povo para o ódio, a superstição e a luta pelo poder. À medida que o povo desviou a sua atenção da sua Presença Divina, tornou-se cada vez mais vulnerável às técnicas dos anjos caídos, de dividir para conquistar. A nação dividiu-se entre as facções guerreiras de suas tribos. O povo estava perdendo a batalha espiritual interna entre as forças da luz e das trevas dentro de si próprio.

A sua divisão, interna e externa, fez com que eles se tornassem escravos dos extraterrestres. Ao ver a situação em que seu povo se encontrava, Afra encarnou entre eles, para salvá-los.

Afra sabia que uma grande parte do seu povo, havia perdido a chama trina, assim como muitos negros e brancos estão perdendo-a hoje, através do ódio.

Ele sabia também que, para conseguir recuperar essa chama trina, eles teriam que seguir a senda da fraternidade. Teriam que cuidar uns dos outros. A única forma dele ensiná-los a serem irmãos, era ser um irmão ele mesmo. E por isto ele foi crucificado pelo seu povo. Ele foi o Cristo no meio deles, mas eles não o reconheceram. Estavam cegos pela ânsia de poder.

Fonte : Mago da Luz

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